Preços · Bigorrilho · 2026
Em 2026, o metro quadrado de um apartamento na planta no Bigorrilho — o bairro que Curitiba prefere chamar de Champagnat — tem mediana de R$ 19.298/m² no acervo da Antológica, com unidades à venda a partir de R$ 880.067. A faixa é larga, de R$ 11.614/m² a R$ 30.695/m² por metro quadrado, e o que separa os extremos raramente é a localização: é a torre, o andar e, sobretudo, a vista.
O preço faz sentido no mapa. O Bigorrilho é vizinho de porta do Batel e sustenta o segundo metro quadrado mais caro da cidade no mercado de imóveis prontos, segundo o FipeZAP de junho/2026. Na planta, porém, o bairro custa sensivelmente menos que o vizinho ilustre — e é nessa diferença que mora o seu melhor argumento.
Bigorrilho em números (na planta)
Calculado das tabelas reais do acervo (69 tipologias com preço aberto), atualizado em 08/08/2026.
Ver os imóveis no BigorrilhoQuem mora no Bigorrilho usa os mesmos restaurantes, shoppings e serviços de quem mora no Batel — a distância se mede em quadras. O que muda é a fatura: no acervo da Antológica, o metro quadrado mediano do bairro fica um degrau inteiro abaixo do praticado no vizinho — uma das maiores diferenças entre endereços vizinhos do alto padrão curitibano.
Poucas regiões de Curitiba concentram tanta mesa boa em raio tão curto. O entorno da Praça da Ucrânia consolidou-se como polo de restaurantes e bares da cidade, e morar a caminhada disso é parte do que o metro quadrado embute.
O Bigorrilho verticalizou cedo e alto. Andares elevados enxergam o pôr do sol sobre a região do Parque Barigui de um lado e o skyline do centro do outro — e, num bairro de torres, é a vista que faz duas plantas iguais custarem preços diferentes.
São 19 empreendimentos e 69 tipologias com preço aberto no acervo — uma das ofertas mais amplas entre os bairros nobres que acompanhamos. Há porta de entrada e topo de linha no mesmo CEP, o que explica a amplitude da faixa.
Na porta de entrada, a partir de R$ 880.067, compram-se plantas compactas e bem resolvidas — dois dormitórios ou suíte ampla com living integrado — em torres novas, em geral nos andares mais baixos ou sem a vista consagrada. É o Bigorrilho para quem quer o endereço antes da metragem.
No meio da tabela, em torno de R$ 19.298/m², entram os três quartos com suíte generosa, duas ou três vagas e altura suficiente para descolar o horizonte dos prédios vizinhos. É onde a maioria das famílias encontra o ponto de equilíbrio entre planta e posição.
No topo, com o metro quadrado caminhando para R$ 30.695/m², o bairro rivaliza com o Batel sem pedir licença: unidades amplas, coberturas e finais de planta com vista franca para o lado do Barigui, em torres de poucos vizinhos por andar.
O Bigorrilho faz sentido para quem quer resolver a vida a pé — jantar, mercado, academia — sem abrir mão de morar alto e com vista, e entende que parte do metro quadrado do Batel paga o símbolo, não o cotidiano. É o bairro do comprador que conhece Curitiba o bastante para saber que, dali, o Batel está a poucas quadras; a conta, não.
Vigo — Bigorrilho, CuritibaBigorrilho
Bigorrilho, Curitiba
4 suítes · 372 m²
A partir deR$ 8,6 mi
4 quartos · 372 m²
KAÁ — Bigorrilho, CuritibaBigorrilho
Bigorrilho, Curitiba
2 a 4 suítes · 181 a 459 m²
A partir deR$ 4,7 mi
2–4 quartos · 181–459 m²
Amáz — Bigorrilho, CuritibaBigorrilho
Bigorrilho, Curitiba
3 a 4 suítes · 177 a 338 m²
A partir deR$ 3,4 mi
3–4 quartos · 177–338 m²
Tabelas reais, condições de lançamento e o que cada valor compra no Bigorrilho — numa conversa reservada.